Não trabalhamos o suficiente?

«Ah e tal, porque são uns preguiçosos e não querem trabalhar». Quantas vezes não ouvimos já isto?

Em termos de número médio de horas de trabalho por ano, o que nos mostra o gráfico abaixo, com dados de 2014, no que respeita à situação vivida em Portugal, não parece referir-se a isso. Já está na altura de (re)avaliar e perceber que quantidade não é sinónimo de qualidade. Esgotar as pessoas com inúmeras horas de trabalho, mal recompensadas com salários que não valorizam o seu esforço e mal servem para fazer face às despesas no final do mês, privando-as de planearem um futuro em que possam concretizar os seus sonhos e realizarem-se a nível pessoal, social e cultural vai trazer ainda mais estragos se não forem feitas mudanças hoje para as próximas gerações.

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É possível aceder a mais informações sobre emprego e relação com o número de horas de trabalho nesta página do site da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

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